Agripino Nazareth

Do trabalho livre ao salariato. O paritarismo nas corporações antigas e medievais. Pessimismo dos economistas e sociólogos da escola liberal quanto à influência benéfica das corporações sobre o regime de trabalho. Magistratura eletiva e paritária. Onde a ortodoxia fascista se pôs de acordo com o corporativismo integral e puro de Manoilesco. Napoleão corrigindo Turgot e Chapelier. A era industrial forçando o restabelecimento pleno dos tribunais paritários. Compatibilidade do regime totalitário e da democracia orgânica com o moderno corporativismo. A justiça do trabalho pedra de toque da cooperação de classes.

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