Por Érika dos Anjos|

Abril é marcado por uma data de extrema relevância global: o Dia Mundial da Saúde (7 de abril). Mais do que uma celebração, o período convida à reflexão sobre como garantir o bem-estar e a vida saudável para todos — o cerne do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 (ODS 3) da Agenda 2030 da ONU, que é um dos escolhidos para 3ª edição da Olimpíada Brasileira de Administração. Por isso, o Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ) afirma que para atingir essas metas na área da saúde é obrigatório uma gestão profissional e técnica, conforme enfatiza os três artigos explorados nesta matéria (veja os links abaixo).

Certamente, a gestão em saúde é, possivelmente, um dos campos mais complexos da Administração contemporânea. Ela vai muito além do simples equilíbrio entre receitas e despesas; trata-se de gerenciar uma engrenagem onde a falha de um processo não resulta apenas em prejuízo financeiro, mas impacta diretamente a vida humana. E em um cenário de desafios crescentes — como o envelhecimento da população e a pressão por novas tecnologias — a fragmentação do sistema de saúde surge como um grande gargalo. Sem uma coordenação técnica, os esforços se perdem em processos isolados que encarecem o sistema e frustram o paciente.

Quando há integração entre a gestão administrativa e o corpo clínico, coexiste uma visão sistêmica da jornada do usuário. Assim, a presença do Profissional de Administração qualificado nas posições de liderança e execução não é apenas uma reserva de mercado, mas uma necessidade social. A excelência técnica na Administração é o remédio mais eficaz para construir um sistema de saúde que seja, simultaneamente, justo em seu acesso, eficiente em seus gastos e verdadeiramente humano em sua essência.

“Os problemas que enfrentamos, das filas nos hospitais à falta de insumos básicos, não decorrem apenas da escassez de recursos, mas da ausência de uma gestão profissional que saiba otimizar processos e aplicar o conhecimento administrativo para salvar vidas”, enfatiza o presidente do CRA-RJ, Adm. Wagner Siqueira, no seu artigo ‘Saúde: uma questão de gerência’, que você pode ler aqui.

Dando continuidade às análises, a Adm. Fatima Ribeiro, conselheira e coordenadora da Comissão Especial em Administração de Serviços de Saúde (CASS) do CRA-RJ, reforça que o sucesso das políticas públicas está intrinsecamente atrelado ao planejamento estratégico. Para a especialista, planejar não é apenas uma etapa burocrática, mas o alicerce que sustenta a eficiência de qualquer intervenção estatal na área da saúde.

“Saúde que se planeja garante atingir o ODS 3 na prática. O planejamento profissional é o que permite transformar metas globais em ações concretas nas unidades de atendimento, assegurando que o sistema seja capaz de prevenir doenças e promover a saúde de forma equânime”, explica a Administradora no seu artigo ‘Dia Nacional da Saúde (07/04) – “Saúde que se planeja, garante atingir o ODS 3 na prática”’, que está disponível no Espaço Opinião.

Por fim, o Adm. Júlio Andrade, também conselheiro da autarquia e membro da CASS, destaca a necessidade de um modelo de gestão que assegure a continuidade dos serviços:

“O caminho para a saúde sustentável é a gestão profissional. A aplicação rigorosa das funções administrativas é a única via para que as organizações de saúde consigam equilibrar a qualidade do atendimento com a viabilidade econômica, garantindo um sistema resiliente para as futuras gerações”analisa Júlio, no artigo ‘ODS 3 e a Gestão Profissional: O Caminho para a Saúde Sustentável’, publicado aqui.

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